terça-feira, 8 de maio de 2012

PrintScreen # 10

Sabes que mais? Erraste, percebeste e deste a volta, voltaste a pôr as peças no sítio mais indicado. E agora, sabes que mais? Estás a voltar a acumular erros, a pensar de forma errada, e olha que os triunfos não duram sempre. Só que ao contrário do Tetris não há "voltar a tentar". 


domingo, 6 de maio de 2012

Ritmos # 13/ Boss Ac

Sexta feira foi dia de Boss AC, na Arena Box do Pavilhão Atlântico. O boy arranjou bilhetes e fomos, apesar das expectativas serem baixas. Em tempos, tanto eu como ele, e certamente muitos de vocês, conheciam e até achavam piada ao Boss Ac, alguns dos singles dele marcaram gerações. Quem não se lembra de Princesa - os meninos que dedicavam e as meninas que derretiam? Ou o mítico Baza Baza? São tantas. Entretanto as coisas mudaram, depois do albúm RAP/ Ritmo Amor e Palavras, deixei de me sentir atraída, a ligação enfraqueceu, achei os albúns que se seguiram fracos. Quando recebi o convite para o concerto fiquei de pé atrás, mesmo sem pagar será que vale a pena?
Valeu, foi muito bom. Foi um voltar ao passado. O alinhamento contava com músicas como Velhos tempos, Hip Hop, Que deus?, Lena, Carta que nunca te escrevi, Princesa ou Baza Baza - incluindo as músicas do novo albúm Ac para os Amigos. Apesar de terem qualidade não conseguiram chegar ao nível dos outros albúns, os albúns que marcaram a minha adolescência, e vi que não sou só eu que sinto isto. O público variava entre os 6, piquenas focas, e os 40, pais das piquenas focas a fazerem o frete. Depois havia a minha faixa, pessoal na casa dos vinte e mais alguns, que cresceram com os hits do AC e tal como eu o concerto foi uma viagem ao passado - ele continua igual e nós também. O concerto foi recheados de bom humor, com alguma ironia típica dele mas com duetos surpresa, completamente improvisados. O Luís Represas está na plateia? Bora lá acima improvisar,  com Perdidamente, e para terminar nada mais que a prórpia mãe, Ana Firmino, com Sodade.
Foi a primeira vez que alguém me cantou ao ouvido e aposto que conseguem adivinhar qual foi ...

E quem descobre o "Wally"?

Pedaços # 1




Setembro de 2010, Quinta do Lago - Abrantes

PrintScreen # 9


Entre.linhas # 8

Sinopse Chocolate (Wook) + Sinopse Sapatos de Rebuçado (Wook)

Depois de Chocolate, um livro suave e onde as descrições de receitas de choclate nos abrem o apetite - assim como a história, emprestaram-me o "Sapatos de Rebuçado". "Acho que vais gostas", "Se gostaste do Chocolate ainda vais gostar mais deste", "É grande mas lê-se rápido". É tudo verdade. 
Li o Chocolate e vi o filme, e isso ajudou-me durante este novo livro a ter uma imagem das personagens na minha cabeça e até a compreender a história. Soube bem voltar a este mundo, foi um reencontro com as personagens mais ternurentas com que me cruzei no mundo litarário, Vianne e Anouk, agora com a pequena Rosette. 
Desta vez a história não se resume só à vida de Vianne, agora sabemos mais sobre quem a rodeia e isto só é possível pela história ser contada, na primeira pessoa, por três das personagens - Vianne, Anouk e Zozie (a convidada que tanto promete uma revolução na vida das outras personagens). Aqui a magia entra de uma forma mais explícita, mas sem por isso parecer demasiado fícticio. Estas três visões têm em comum a sinceridade e a clareza, fundamental num bom livro. Foi dos livros que mais gostei de ler e apartir do meio é impossível parar, eu que até me consigo controlar desta vez não consegui, li a útima metade em três horas, foi devorar.
Mesmo para quem não leu o primeiro livro consegue acompanhar a história, e certamente gostará de igual forma. É fácil criar imagens na cabeça das paisagens descritas, dos locais, da magia.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A Capa de Finalista

E aqui está - depois de todo o trabalho, de dedos picados, de alfinetes e agulhas, carrinhos de linhas a fazerem as delícias da gatinha, e medições para nada ficar fora do sítio, eis o resultado final.


Antes de ficarem com dúvidas, os emblemas não estão cosidos incorrectamente, é assim mesmo a tradição da minha faculdade. Somos aqueles que andamos vestidos de kilt, com meias até ao joelhos e as respectivas bolsas ... sim, esses mesmo, aqui.


A fotografia da direita merece legenda, daí os números estarem ligados a um número, começando do lado inferior direito e preenchendo na vertical;
1 # Portugal, país de onde sou natural;
2 # União Europeia;
3 # Lisboa, onde ficam as instalações da faculdade;
4 # Iade, a faculdade;
5 # Marketing & Publicidade, a minha licenciatura;
6 # Colher do estudante, com as cores da faculdade e de curso;
7 # Sintra, onde vivo;
8 # Tancos, onde os meus pais nasceram. Quem conhece o Castelo de Almourol sabe onde é Tancos e mais - sabe que é lindo;
9 # Bélgica, o país onde o meu irmão nasceu;
10 # Do irmão - temos uma relação de Lisa e Bart Simpson portanto não poderia haver um emblema melhor;
11 # Os pais, ainda antes do divórcio;
12 # Afeganistão, o emblema que o meu pai usou na farda enquanto esteve em missão, sendo cosido no mesmo estado em que voltou de lá;
13 # Vila Nova da Barquinha, terra dos avós;
14 # Hello Kitty, com blings, eu gosto muito, tenho imensas coisas e foi um presente; 
15 # Dos avós maternos, que completam o meu coração e são os melhores do mundo (são todos, mas os meus são isso mesmo ... meus!);
16 # A estrela da sorte, um emblema cheio de carinho e apoio da mãe;
17 # Rolling Stones, um presente já de há muitos anos;
18 # Entroncamento, onde as  minhas tias nasceram;
19 # Do namorado, que também tem um "quê" de Bart Simpson, mas que é um amor.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Entre.linhas # 7 - Feira do Livro 2012

Poderia dizer aqui muito sobre o dia, mas a Sufocada já levou a ponta do véu aqui.
Claro que fiquei atrás dos dez livros, mas os quatro que comprei encheram-me o coração.
Tenho um carinho especial pela Margarida Rebelo Pinto e este pequenos contos deixam sempre um sorriso, uma palavra de motivação, uma gargalhada e até uma lágrima ao canto do olho. Pode haver aí muitos snobs literários a dizer que este estilo não vale nada mas o meu coração diz o contrário.
O Diário da Nossa Paixão foi uma prenda dupla, primeiro para oferecer no dia da mãe, e depois para eu ler. Já vi o filme e gostei imenso, nada melhor que complementar com o livro. 
Relativamente às Serviçais, já tinha mostrado aqui o meu interesse em ler o livro mas também em ver o filme. Encontrei-o com um bom desconto e decidi dar-lhe abrigo nas minhas estantes.
Por fim, Jill Mansell, a minha autora preferida do momento. Usualmente os livros que leio dela são emprestados mas este ganha o título de primeiro da estante cá de casa.

Relativamente à feira, aquilo que prejudica é mesmo o tempo, chuvachuvachuva e mais chuva. No domingo ainda consegui apanhar um bom dia, com algumas abertas de sol e sem chuva. Acho que se baixassem ainda mais os preços conseguiram vender mais, mas isto sou eu que ia com a ideia de encontrar verdadeiras bombas de descontos - e algumas editoras até tinham alguns bem sedutores. Achei eu na minha inocência que tinha encontrado o Mein Kampf, escrito por Hitler na prisão, todas as estratégias daquilo que queria fazer, é um assunto que me desperta curiosidade, não por concordar claro. O livro estava por 5 euros, achei que era um achado ... Claro que não era o original, esse poderia ser arranjado por 60/70/80€ pelo alfarrabista em questão. Tábem abelha.
Foi um dia bem passado, com boa companhia, boa pizza, bom passeio e boas leituras.

Which step have you reached today?

Ultimamente o meu problema tem sido o tempo. Não falo de metereologia ou clima, mas sobre a gestão do tempo.
A faculdade está a acabar, os projectos de grupo e individuais, a preparação para testes, assistir às aulas e estudar ocupa bastante do meu tempo e por vezes é difícil encontrar tempo para os hobbies, que são pequenos prazeres, como o blog.
Segunda feira foi mais um dia de trabalho de grupo pela manhã e pela noite seguiam-se as serenatas. Foi dia de andar a correr, ir a casa trajar (já com a capa pronta com os emblemas cosidos) e chegar a tempo do jantar com colegas de turma - lá consegui.
Em relação às Serenatas, há muito que se lhe diga, mas nem tudo de bom. O espaço foi dos piores, como era de entrada livre estava completamente lotado, o álcool já corria nas veias dos milhentos universitários presentes e isso não dá bons resultados. A chuva e o frio não ajudam, mas o cansaço era pior ainda. Apesar de querer ficar por mais tempo e ainda dar uma voltinha pelos bares, preferi ir embora, o dia que vinha era sinónimo de feriado para alguns, para mim de trabalho de grupo numa faculdade que estivesse de portas abertas. Teve de ser, a responsabilidade fala mais alto. 
O humor anda cada vez mais na mó de baixo, dormir é complicado ... O sono é muito, mas deitar a cabeça na almofada não é o mesmo que descansar - ainda falta tanta coia para fazer, a lista ""to do" mental em vez de diminuis só aumenta. 
O bom disto? Sentir-me realizada, ter quem motive e dê força ao lembrar-nos que está quase a acabar e que, agora sim, é o esforço final, de algo que realmente gosto.